Aviso: a taxa de proteção anti-plágio deste texto foi reduzida para 70%; o prazo continua 48 horas. Leitoras e leitores, fiquem sabendo: miau, miau! (beijinho!) Próxima obra em pré-reserva: **“Hong Lou: Eu, Mestre do Chá”** — sinopse no final. **Sinopse da versão do protagonista masculino:** Como é a sensação de ter uma lua tão bela caindo no próprio peito? Antes, Xu Maoxing não sabia, mas agora ele já sabe. Num dia desses, após atravessar para o mundo de Hong Lou, ele ainda não tinha decidido se deveria ou não se aproximar da lendária imortal fora do mundo, Xianzhu, quando o pai dela veio de propósito à sua casa para propor casamento. Xu Maoxing se beliscou em silêncio. “Hã... não doeu nem um pouco. Não é de admirar que esse sonho pareça tão realista.” Irmão Xu: “??? Irmãozinho, por que está me beliscando?” **Sinopse da versão da protagonista feminina:** Quando a família Jia cai, Bao Yu se casa de novo, e, no instante em que Daiyu está à beira da desesperança, uma velha conhecida da família Lin aparece com a escritura de casamento e, com firmeza, a leva embora das mãos dos Jia. Desde então, poupando-a da dor, da aflição, do errar sem destino e da vida sem amparo. Um jovem casal de origem arruinada: em todos os cantos, a vida é apertada e difícil. Seu marido, que sente dor de cabeça só de ver um livro, para lhe dar uma vida melhor, se esforça até o limite e, estudando sem parar, sobe até o grande salão dourado; o imperador, em pessoa, o agracia com o título de Tanhua do primeiro grau. Depois que o casal parte sorrindo com a morte, Daiyu desperta e descobre que voltou a uma época em que os pais ainda estavam vivos. Ao ver o marido, que passa os dias inteiros só a comer, beber e se divertir, Daiyu sorri de leve: — Marido, prepare-se para receber a cobrança amorosa desta esposa! PS: 1. Esta obra é narrada em dupla perspectiva, com laço entre duas vidas, passado e presente. Na vida anterior, passaram do apoio mútuo para a intimidade total; nesta vida, de amigos de infância viraram “par de brigas felizes”. 2. Na vida passada, ele era o favorito dela; nesta vida, ela é o favorito dele. Os dois se curam e se resgatam mutuamente. **Sinopse de “Hong Lou: Eu, Mestre do Chá”:** Pontos importantes: 1. Esta obra é uma versão com troca de gênero de *Liaozhai* (Contos de Liaozhai): casal que vive entre comer, beber e curtir, com ritmo lento e cotidiano. 2. Como o título diz, a protagonista feminina é uma “green tea” estrategista: objetivo de sair da pobreza e viver dias de luxo e riqueza. Quem exige moral rígida da protagonista, melhor evitar!!! Após atravessar, virou camponesa pobre; para ter uma boa vida, parecia que a única saída era casar. Fu Yaoguang então mirou em Wang, o único erudito da aldeia, mas justamente quando estavam prestes a negociar o casamento, Wang passou no exame de juren e foi escolhido por uma grande casa da capital como genro. Depois de se mexer por quase meio ano, Fu Yaoguang recebeu apenas cem taéis de compensação. “???” — ela nem sabia se devia ou não se entristecer. Justamente nesse momento, soldados por toda parte espalhavam editais imperiais: diziam que alguns príncipes já tinham idade para casar e que o Imperador convocava a população para selecionar donzelas talentosas. Toda a família tremeu de nervoso, mas Fu Yaoguang sentiu que aquela era sua única chance na vida.
Com um estrondo, a porta da prisão do Tribunal de Dali foi aberta com força. O chefe da guarda Zhao San curvou-se cortesmente diante do maltrapilho Xu Maoxing e disse: “Segundo Senhor, o senhor pode sair agora.” Xu Maoxing sabia que a adulação não se dirigia a ele próprio, por isso não ousou mostrar arrogância. Sorriu e retribuiu a cortesia: “Irmão Zhao San, é muita gentileza da sua parte. Nestes dias, agradeço-lhe pela atenção; guardo tudo no coração e sou profundamente grato.” “Ai, Segundo Senhor, isso me mata!” Zhao San sorriu de orelha a orelha, enquanto o canto do olho espiava para fora, misturando três partes de expectativa e três de temor. Quem esperava do lado de fora era, sem dúvida, a pessoa que Zhao San realmente desejava bajular. Xu Maoxing riu por dentro, mas nada deixou transparecer no rosto. Entregou a Zhao San as últimas três moedas de prata que possuía e caminhou em direção à figura que aguardava à porta. Embora alguém tivesse intercedido por ele, a possibilidade de permanecer três meses na prisão do Tribunal de Dali, com refeições limpas todos os dias, devia-se inteiramente aos cuidados atentos de Zhao San. Xu Maoxing não era mais um verdadeiro jovem de quinze anos e compreendia que nada no mundo é concedido por direito. Após a súbita ruína da família, ele experimentara o frio e o calor das relações humanas; por isso, guardava gratidão sincera por quem lhe demonstrara bondade. A pessoa que o esperava sob o grande salgueiro já lhe era conhecida: tratava-se do chanceler da mansão do Príncipe de An, de sobrenome Luan. Não era um dos confidentes mais próxim