Em minha vida anterior, fui derrotado por um único movimento e, no fim, não consegui alcançar o topo. Agora, retornando ao passado, desta vez... quero me tornar o mais forte deste mundo! Para ser o mais forte, são necessários apenas três passos simples: 1. Encontrar na rua a jovem feiticeira do Portão Demoníaco que acabou de atravessar para este mundo. 2. Domar os demônios e subjugar as criaturas mágicas. 3. Apropriar-se das técnicas de cultivo dela. Ótimo! Já sou invencível! ———————— Anos mais tarde, após conquistar o título de “o mais forte”, Yan Yu aceitou uma entrevista especial para a televisão. Apresentador: Para conquistar o sucesso que tem hoje, a quem gostaria de agradecer mais? Yan Yu: Quero agradecer a uma mulher que foi fundamental para mim. Apresentador (com os olhos brilhando): Oh, ela é sua esposa dedicada? Yan Yu: Não, na verdade, ela serviu mais como um degrau para minha ascensão. Apresentador (enxugando o suor): E quanto aos outros membros de sua equipe? Elas também devem ter contribuído para seu sucesso, certo? Yan Yu: Como poderia haver apenas um degrau numa escada rumo à divindade?
Sob o véu da noite, duas silhuetas avançavam, uma perseguindo, a outra fugindo. A mulher de negro que corria à frente deslizava com uma rapidez fantasmagórica, deixando atrás de si uma nuvem densa e escura, carregada de um odor acre. A perseguidora, vestida de branco, era ligeiramente mais lenta, mas compensava a diferença com sua espada voadora, que cortava o ar como um raio, bloqueando repetidamente o caminho da fugitiva, impedindo que ela escapasse por completo.
Por fim, a dama de branco percebeu um momento de fraqueza na energia vital da rival. Com um relâmpago de luz prateada, a espada atravessou as costas da mulher de negro, que caiu ao chão, imóvel. Imediatamente, a perseguidora se lançou sobre o corpo, sondando-o com sua percepção espiritual.
Mas era uma armadilha: a técnica da “troca de pele dourada”! O corpo diante dela não era a verdadeira mulher de negro, mas um boneco, uma marionete deixada para trás. A dama de branco girou nos calcanhares, pronta para retomar a busca pela inimiga, mas o som de sirenes a surpreendeu. O acesso atrás dela foi bloqueado por veículos de aço; as portas se abriram com estrondo e vários homens uniformizados saltaram, armas em punho, apontando para ela como se enfrentassem um perigo mortal.
“Pare!”
“Não se mova!”
“Levante as mãos!”
Enquanto a confusão se desenrolava à distância, Yán Yù terminou sua lata de refrigerante e a lançou no lixo próximo. Ergueu o olhar, penetrando na escuridão do beco. Lá, emergiu uma mulher de negro, apertando o ventre com as mãos. Parecia gravemente ferida: a pele pálida como