A história de um implacável caçador internacional de traficantes de pessoas que trabalha como guarda-costas na Coreia do Sul. Alma despedaçada, corpo vigoroso, redenção pessoal, renascimento nas chamas. Observação: Esta obra não possui qualquer ligação com a China. Observação 2: Décimo oitavo romance exclusivo; embora seja de nicho, todos os volumes estão completos.
Sob o manto da noite, uma mansão à beira-mar nos arredores da cidade estava iluminada intensamente. No salão do primeiro andar, dois seguranças com mãos e pés algemados jaziam no chão, plenamente conscientes, mas sem tentar se libertar; limitavam-se a ouvir cada palavra que vinha do restaurante.
Dentro do restaurante, dois homens mascarados, com panos envoltos na cabeça, estavam presentes. Tanto o véu negro quanto o turbante eram claramente uniformes, cada um ostentando no centro um crucifixo invertido em cinza; no turbante, o símbolo era menor, na testa.
A mesa ocidental estava repleta de iguarias; ao redor dela, sentavam-se quatro pessoas: uma dama elegante, uma jovem de quinze anos, um rapaz de dezoito anos com cabelo tingido, e, na posição principal, um homem de mais de quarenta anos.
Nenhum deles estava amarrado, mas diante dos dois criminosos armados, não restava alternativa senão manter os olhos baixos, olhando para a mesa, tremendo dos pés à cabeça, mal ousando respirar.
O criminoso mais jovem, após algumas palavras vazias, colocou uma pasta diante do homem: “Senhor Tolov, imagino sua ansiedade, mas não se precipite. Nesse ramo, há certos protocolos a seguir. Por favor, abra.” A voz rouca não era, em absoluto, sua voz real.
Tolov, como era chamado, abriu a pasta com mãos trêmulas, retirando alguns documentos e fotos. Nelas, via-se uma menina radiante, cuja predileção por chapéus coloridos era evidente; mas o que mais se destacava em cada imagem era seu sorriso puro, angelical.
O jovem criminoso separou uma folha dos documentos: